Levantamento da operação atual do cliente: margem de lucro, base de clientes, gargalos logísticos e estrutura de oferta existente. Identificação se há ou não uma jornada de compra definida — na maioria dos casos, existem apenas produtos isolados, sem lógica de progressão entre eles.
Classificação do momento comercial do cliente em dois cenários: demanda reprimida (audiência já aquecida, pronta para conversão) ou demanda fria (necessidade de geração de tráfego pago para criar tração). Essa classificação determina toda a estratégia de lançamento definida nas etapas seguintes.
A partir da persona já definida (ou levantada nesta etapa), segmentação do público-alvo em fases de transformação: os estágios intermediários pelos quais o cliente passa até atingir o resultado final desejado. Cada estágio representa uma dor, necessidade ou objetivo específico.
Criação ou reestruturação do portfólio de produtos, com cada oferta associada a um estágio de transformação específico do público. O objetivo é eliminar produtos soltos e desconectados, substituindo-os por uma sequência lógica de ofertas — produtos de entrada, intermediários e de alto ticket.
Construção do caminho lógico que o cliente percorre desde o primeiro contato até se tornar cliente recorrente, com dois focos simultâneos: a experiência vivida pelo cliente em cada etapa dessa jornada, e o aumento do LTV — o tempo e o valor monetário que esse cliente permanece gerando receita dentro do negócio.
Definição de quais canais digitais e/ou físicos serão utilizados na operação, com base no perfil da persona e no modelo de negócio — evitando presença dispersa em múltiplas plataformas sem função definida.
Desenho de funis específicos para cada canal selecionado. Inclui a definição de produtos de baixo ticket ou gratuitos que funcionam como pontos de contato dentro do funil — não divulgados como oferta direta ao público, mas utilizados para elevar o nível de consciência do lead até a oferta principal.
Distribuição dos picos de venda ao longo de 12 meses, com definição da narrativa comercial de cada período do calendário.
Escolha do modelo de lançamento a ser aplicado em cada pico do calendário, com base no diagnóstico de demanda realizado na etapa 2. Quando o cliente já possui uma estratégia de lançamento validada anteriormente, ela é adaptada dentro da lógica da consultoria em vez de substituída.
Levantamento da estrutura necessária para execução: composição de equipe e volume de investimento requerido (incluindo, quando aplicável, verba de tráfego pago).
Definição do valor de cada produto da escada, com base em valor percebido (e não apenas custo), e estabelecimento de critérios e prazos para reajuste de preço.
Consolidação de todos os elementos estruturados ao longo da consultoria — escada de produtos, funis, calendário e estratégia de lançamento definida — em um plano de ação sequencial e executável, com os passos necessários para colocar o primeiro ciclo comercial em prática.
A consultoria entrega a estrutura estratégica completa do negócio — escada de produtos, funis, calendário e plano de ativação comercial.
A execução operacional dos lançamentos — produção de conteúdo, gestão de tráfego e condução de campanha. Para operacionalização, há a possibilidade de contratação complementar de equipe especializada.